É um blog de informações e materias que auxilia a sociedade casanovense refletir e discutir assuntos locais, regionais, nacionais e mundiais.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Micareta de Feira registra queda de ocorrências policiais
Depois de quatro dias de festa, a Micareta de Feira de Santana, a 108 quilômetros de Salvador, terminou ontem com uma redução no número de ocorrências policiais registradas durante a festa. De acordo com dados da Agência de Comunicação do governo do estado (Agecom), das 20h de quinta até as 7h de ontem foram 162 registros contra 298 no ano passado, com redução em 45,6%. No total, foi uma diminuição de 45,6%. Os casos de roubo também recuaram em 66,7% e os de furto diminuíram 15,8%. (Correio)
PTN: a um passo de aderir ao governo
Romulo Faro – TRIBUNA DA BAHIA
Após um período considerado frio, o namoro entre o governador Jaques Wagner (PT) e o PTN esquentou de vez. Uma reunião na próxima semana entre o presidente estadual do partido, o secretário municipal da Educação, deputado licenciado João Carlos Bacelar; o secretário das Relações Institucionais do governo (Serin), Cézar Lisboa, e o chefe de gabinete de Wagner, Edmon Lucas, deve bater o martelo em torno da articulação. Fonte que goza de proximidade do chefe do Executivo baiano e de Bacelar disse à Tribuna que o encontro só não aconteceu esta semana por incompatibilidade de agenda dos protagonistas.
Apesar de reiterar que a decisão ainda não está tomada, Bacelar dá sinais de avanço nas conversas. “Nós integramos o governo de João Henrique (PP), que é da base de Wagner, então, nós temos que ter simpatia com o governo na Assembleia Legislativa”, afirmou o líder do PTN na Bahia. “A decisão de entrar para a base depende das conversas. Se o projeto atender o que a Bahia precisa, a gente pode fechar o apoio. Agora, nós temos que avaliar também as articulações políticas. Temos que ver quais são as ações previstas pelo governo para o futuro”. Não custa lembrar, em entrevista publicada na Tribuna no início da semana, Bacelar sacudiu a oposição com a declaração que “não há projeto alternativo ao de Wagner”.
O secretário de João Henrique reiterou também que o PTN não vislumbra o governo com vistas a cargos na máquina pública, mas que quer ter atuação na linha de frente do time de Wagner. “O governador já falou do interesse de ter a gente com ele, agora, nós somos um partido político e precisamos saber exatamente o que eles querem. Quem integra projeto quer participar do projeto. A gente não quer cargos. A gente não abre mão é de também ser protagonista do processo de execução do projeto", pontuou Bacelar.
Um sinal claro do alinhamento entre o PTN e Wagner ficou explícito esta semana na AL, quando a bancada votou com o governo no projeto da reforma administrativa. “Votamos a favor porque minha emenda foi aceita pelo governo. Agora, sobre a possibilidade de apoiar o governador, a gente pode discutir", admitou o deputado Carlos Geílson, que antes era tido como grande empecilho para a concretização do acordo entre o seu partido e a base.
Relação esfria com PV e PSC
Enquanto o namoro de Wagner com o PTN segue a todo vapor, prestes ao casamento, a articulação para que PV e PSC integrem a base hegemônica não vai muito bem. Pelo menos no que depender do presidente da legenda social cristã na Bahia, Eliel Santana, o namoro deve mesmo acabar. “Da minha parte, não houve nenhum avanço nem conversas nas últimas semanas. Eu soube que o governo está querendo articular com o PSC via deputados na Assembleia Legislativa.
Vamos ver se eles (os governistas) procuram a direção do partido. Mas eu confesso a você que estamos mesmo focados no fortalecimento do partido para as eleições do ano que vem. Com governo ou sem governo, esse é o nosso objetivo”, disparou Eliel Santana. O PSC conta hoje com quatro parlamentares na AL-BA.
O Partido Verde, por sua vez, também não tem demonstrado muito interesse na composição. Representado no Legislativo estadual apenas pelo deputado Eures Ribeiro, o partido mantém postura “independente”, mas sempre vota a favor do governo. O presidente do diretório estadual do PV, Ivanilson Gomes, tem discurso parecido com o do PTN e afasta a pretensão por cargos, mas garante o anseio por possibilidade de atuação política, sobretudo na área ambiental, a bandeira da sigla.
Ivanilson também já afirmou que o secretário Cézar Lisboa ainda não especificou o que Jaques Wagner espera dos verdes na sua base na casa legislativa. O líder dos verdes já declarou também que o partido não está ansioso com a articulação e que haverá novas conversas se os governistas o procurarem.(RF)
Após um período considerado frio, o namoro entre o governador Jaques Wagner (PT) e o PTN esquentou de vez. Uma reunião na próxima semana entre o presidente estadual do partido, o secretário municipal da Educação, deputado licenciado João Carlos Bacelar; o secretário das Relações Institucionais do governo (Serin), Cézar Lisboa, e o chefe de gabinete de Wagner, Edmon Lucas, deve bater o martelo em torno da articulação. Fonte que goza de proximidade do chefe do Executivo baiano e de Bacelar disse à Tribuna que o encontro só não aconteceu esta semana por incompatibilidade de agenda dos protagonistas.
Apesar de reiterar que a decisão ainda não está tomada, Bacelar dá sinais de avanço nas conversas. “Nós integramos o governo de João Henrique (PP), que é da base de Wagner, então, nós temos que ter simpatia com o governo na Assembleia Legislativa”, afirmou o líder do PTN na Bahia. “A decisão de entrar para a base depende das conversas. Se o projeto atender o que a Bahia precisa, a gente pode fechar o apoio. Agora, nós temos que avaliar também as articulações políticas. Temos que ver quais são as ações previstas pelo governo para o futuro”. Não custa lembrar, em entrevista publicada na Tribuna no início da semana, Bacelar sacudiu a oposição com a declaração que “não há projeto alternativo ao de Wagner”.
O secretário de João Henrique reiterou também que o PTN não vislumbra o governo com vistas a cargos na máquina pública, mas que quer ter atuação na linha de frente do time de Wagner. “O governador já falou do interesse de ter a gente com ele, agora, nós somos um partido político e precisamos saber exatamente o que eles querem. Quem integra projeto quer participar do projeto. A gente não quer cargos. A gente não abre mão é de também ser protagonista do processo de execução do projeto", pontuou Bacelar.
Um sinal claro do alinhamento entre o PTN e Wagner ficou explícito esta semana na AL, quando a bancada votou com o governo no projeto da reforma administrativa. “Votamos a favor porque minha emenda foi aceita pelo governo. Agora, sobre a possibilidade de apoiar o governador, a gente pode discutir", admitou o deputado Carlos Geílson, que antes era tido como grande empecilho para a concretização do acordo entre o seu partido e a base.
Relação esfria com PV e PSC
Enquanto o namoro de Wagner com o PTN segue a todo vapor, prestes ao casamento, a articulação para que PV e PSC integrem a base hegemônica não vai muito bem. Pelo menos no que depender do presidente da legenda social cristã na Bahia, Eliel Santana, o namoro deve mesmo acabar. “Da minha parte, não houve nenhum avanço nem conversas nas últimas semanas. Eu soube que o governo está querendo articular com o PSC via deputados na Assembleia Legislativa.
Vamos ver se eles (os governistas) procuram a direção do partido. Mas eu confesso a você que estamos mesmo focados no fortalecimento do partido para as eleições do ano que vem. Com governo ou sem governo, esse é o nosso objetivo”, disparou Eliel Santana. O PSC conta hoje com quatro parlamentares na AL-BA.
O Partido Verde, por sua vez, também não tem demonstrado muito interesse na composição. Representado no Legislativo estadual apenas pelo deputado Eures Ribeiro, o partido mantém postura “independente”, mas sempre vota a favor do governo. O presidente do diretório estadual do PV, Ivanilson Gomes, tem discurso parecido com o do PTN e afasta a pretensão por cargos, mas garante o anseio por possibilidade de atuação política, sobretudo na área ambiental, a bandeira da sigla.
Ivanilson também já afirmou que o secretário Cézar Lisboa ainda não especificou o que Jaques Wagner espera dos verdes na sua base na casa legislativa. O líder dos verdes já declarou também que o partido não está ansioso com a articulação e que haverá novas conversas se os governistas o procurarem.(RF)
domingo, 1 de maio de 2011
PL torna obrigatória divulgação de que Planos de Saúde devem ressarcir SUS
O deputado Federal, Rogério Carvalho (PT-SE), apresentou nesta semana um Projeto de Lei que torna obrigatória a ampla divulgação de que os planos de Saúde são obrigados a ressarcir o Sistema Único de Saúde por serviços cobertos pelo contrato, mas disponibilizados na rede pública. Segundo o projeto, as instituições que prestam serviços ao SUS deverão afixar aviso em locais de fácil visibilidade e as operadoras de planos de saúde estão obrigadas a divulgar a informação em todas as suas peças de publicidade e em correspondências encaminhadas aos clientes. De acordo com o autor, o PL é consequência do que determina o artigo 32, da “Lei dos Planos de Saúde”. Os serviços de atendimento previstos em contratos de planos de saúde, prestados a seus consumidores em instituições públicas ou privadas, conveniadas ou contratadas, integrantes do SUS, devem ser ressarcidos e revertidos ao Fundo Nacional da Saúde.
(Claudio Humberto)
(Claudio Humberto)
Após refiliar Delúbio, PT quer financiamento público de campanha para barrar corrupção
Gerson Camarotti - O Globo
BRASÍLIA. Um dia depois de aceitar a refiliação do ex-tesoureiro Delúbio Soares, pivô do escândalo do mensalão, o Diretório Nacional do PT aprovou, neste sábado, uma resolução sobre reforma política em que defende o financiamento público de campanha, como forma de diminuir a influência do grande capital na política que favorece a corrupção. Delúbio foi expulso do PT em 2005 por causa do episódio. Um dos réus do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), ele é apontado por abastecer o caixa dois do partido.
Além do financiamento público exclusivo de campanhas, a resolução petista defende, entre outros pontos da reforma política, o voto proporcional em lista pré-ordenada, o fim das coligações proporcionais e a fidelidade partidária. Ontem, o novo presidente do PT, deputado estadual Rui Falcão (SP), fez uma defesa enfática do financiamento público de campanha.
- A prioridade máxima é o financiamento público de campanha. Isso porque ajuda a quebrar em definitivo o peso do poder econômico nas eleições e permite que as as campanhas sejam mais baratas. O financiamento público é algo que não resolve tudo, mas ele inibe seguramente a corrupção eleitoral - argumentou Falcão.
BRASÍLIA. Um dia depois de aceitar a refiliação do ex-tesoureiro Delúbio Soares, pivô do escândalo do mensalão, o Diretório Nacional do PT aprovou, neste sábado, uma resolução sobre reforma política em que defende o financiamento público de campanha, como forma de diminuir a influência do grande capital na política que favorece a corrupção. Delúbio foi expulso do PT em 2005 por causa do episódio. Um dos réus do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), ele é apontado por abastecer o caixa dois do partido.
Além do financiamento público exclusivo de campanhas, a resolução petista defende, entre outros pontos da reforma política, o voto proporcional em lista pré-ordenada, o fim das coligações proporcionais e a fidelidade partidária. Ontem, o novo presidente do PT, deputado estadual Rui Falcão (SP), fez uma defesa enfática do financiamento público de campanha.
- A prioridade máxima é o financiamento público de campanha. Isso porque ajuda a quebrar em definitivo o peso do poder econômico nas eleições e permite que as as campanhas sejam mais baratas. O financiamento público é algo que não resolve tudo, mas ele inibe seguramente a corrupção eleitoral - argumentou Falcão.
Em documento, PT ressalta ‘fragilidade’ da oposição
Agencia Brasil
Presidente do PT, Rui Falcão, durante reunião do Diretório Nacional
O Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) aprovou neste sábado uma resolução política que ressalta dificuldades enfrentadas pelos partidos de oposição no Brasil. Segundo a legenda, os oponentes estariam em “profunda crise de identidade”. O documento cita a criação de uma nova sigla, o PSD, e o esvaziamento do DEM. A legenda atribui os problemas enfrentados pelos oponentes a “sequelas” da derrota nas eleições presidenciais de 2010. “Envoltos numa guerra de cúpula pelo comando do partido e às voltas com a debandada de seis vereadores paulistanos, os tucanos debatem-se à procura de um rumo para a oposição. (…) A dispersão, a tática confusa, a fragilidade aparente dos oponentes não nos deve levar a subestimá-los”, afirma o partido no documento. Em nota, o PSDB informou que “nos próximos dias” vai discutir “ponto a ponto” a resolução divulgada pelo diretório do PT. Leia mais no G1
Presidente do PT, Rui Falcão, durante reunião do Diretório Nacional
O Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) aprovou neste sábado uma resolução política que ressalta dificuldades enfrentadas pelos partidos de oposição no Brasil. Segundo a legenda, os oponentes estariam em “profunda crise de identidade”. O documento cita a criação de uma nova sigla, o PSD, e o esvaziamento do DEM. A legenda atribui os problemas enfrentados pelos oponentes a “sequelas” da derrota nas eleições presidenciais de 2010. “Envoltos numa guerra de cúpula pelo comando do partido e às voltas com a debandada de seis vereadores paulistanos, os tucanos debatem-se à procura de um rumo para a oposição. (…) A dispersão, a tática confusa, a fragilidade aparente dos oponentes não nos deve levar a subestimá-los”, afirma o partido no documento. Em nota, o PSDB informou que “nos próximos dias” vai discutir “ponto a ponto” a resolução divulgada pelo diretório do PT. Leia mais no G1
Presidente Dilma não participa do 1º de Maio em SP, diz Lupi
A presidente Dilma Roussef não participará das comemorações do Dia do Trabalho hoje em São Paulo (SP), informou o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. Segundo o ministro, Dilma está sobrecarregada, “despachando, inclusive, aos sábados e domingos no Palácio do Planalto”. Lupi explicou que ficou acertado um rodízio entre os ministros para representar a presidente nas festividades de hoje. Ele participa das festividades na capital paulista promovidas pela Força Sindical, UGT, CTB, CGTB e Nova Central. O evento está sendo realizado na Avenida Marquês de São Vicente, zona oeste da capital. O ministro comentou que as festividades de 1º de Maio são uma boa oportunidade para conscientizar empresas e trabalhadores sobre a necessidade de equipamentos de segurança no trabalho. “Perto de 4% do total de trabalhadores ativos têm problemas de acidentes no trabalho, alguns até mais graves, como casos de mutilação”, comentou.
(Agência Estado)
(Agência Estado)
Para FHC, governo não definiu uma maneira de combater à inflação e tem receio do custo político da austeridade
Principal desafio da presidenta Dilma Rousseff neste início de mandato, o combate à inflação ainda não conta com um plano bem definido pela equipe do governo. A opinião é do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que, em entrevista exclusiva ao iG, analisou a volta do tema que foi uma das bandeiras de sua gestão.
Para FHC, atualmente, a inflação é o grande problema a ser enfrentado pelo governo, superando até mesmo a valorização excessiva do real em relação ao dólar. A questão, em sua opinião, é que o combate à inflação tem um alto custo político, por isso o governo tem optado por ser mais cauteloso do que austero.
“A austeridade tem um custo político no curto prazo”, afirmou o ex-presidente. O combate à inflação atinge em cheio a popularidade e o apoio do Congresso ao governo.
Segundo ele, a elevação de 0,25 ponto percentual da taxa básica de juros, realizada pelo Banco Central, na verdade chega a ser uma redução, pois a inflação no período supera a alta.
FHC aproveitou para lembrar que entre o fim de 1994 e início de 1995, o governo teve de conter a forte demanda do mercado interno, impulsionada pela estabilidade econômica conquistada após o Plano Real.
“A melhor forma que encontramos foi o aperto do crédito, com redução dos prazos”, disse. Na época, o prazo foi reduzido para o máximo de três meses.
FHC acredita que o governo Dilma terá de fazer algo semelhante. “O governo também terá de reduzir os prazos dos financiamentos”, afirmou.
Hoje, em sua opinião, a diferença é que a economia está muito mais aberta e o governo pode usar armas de combate à inflação, como o dólar mais baixo, que favorece às importações e aumenta a concorrência no mercado interno. A parte negativa, acrescentou, é o resultado da balança comercial.
Sobre o câmbio, FHC disse acreditar que o real deve estar hoje no maior patamar em relação ao dólar. Sem cálculos precisos, o ex-presidente estimou que o real esteja mais valorizado até mesmo na comparação com a crise cambial de 1999. Na época, o dólar chegou a valer R$ 1,30.
Autor: Guilherme Barros
Para FHC, atualmente, a inflação é o grande problema a ser enfrentado pelo governo, superando até mesmo a valorização excessiva do real em relação ao dólar. A questão, em sua opinião, é que o combate à inflação tem um alto custo político, por isso o governo tem optado por ser mais cauteloso do que austero.
“A austeridade tem um custo político no curto prazo”, afirmou o ex-presidente. O combate à inflação atinge em cheio a popularidade e o apoio do Congresso ao governo.
Segundo ele, a elevação de 0,25 ponto percentual da taxa básica de juros, realizada pelo Banco Central, na verdade chega a ser uma redução, pois a inflação no período supera a alta.
FHC aproveitou para lembrar que entre o fim de 1994 e início de 1995, o governo teve de conter a forte demanda do mercado interno, impulsionada pela estabilidade econômica conquistada após o Plano Real.
“A melhor forma que encontramos foi o aperto do crédito, com redução dos prazos”, disse. Na época, o prazo foi reduzido para o máximo de três meses.
FHC acredita que o governo Dilma terá de fazer algo semelhante. “O governo também terá de reduzir os prazos dos financiamentos”, afirmou.
Hoje, em sua opinião, a diferença é que a economia está muito mais aberta e o governo pode usar armas de combate à inflação, como o dólar mais baixo, que favorece às importações e aumenta a concorrência no mercado interno. A parte negativa, acrescentou, é o resultado da balança comercial.
Sobre o câmbio, FHC disse acreditar que o real deve estar hoje no maior patamar em relação ao dólar. Sem cálculos precisos, o ex-presidente estimou que o real esteja mais valorizado até mesmo na comparação com a crise cambial de 1999. Na época, o dólar chegou a valer R$ 1,30.
Autor: Guilherme Barros
Policia Militar da Bahia abre concurso para oficiais
Com intuito de selecionar candidatos para participar do Curso de Formação de Oficiais (CFO), a Polícia Militar da Bahia abril no dia 27 de abril, as inscrições para o concurso público de provas que visa a admissão de 108 homens e 12 mulheres como Alunos-a-Oficiais PM.
Entre as exigências para concorrer às vagas, estão a estatura mínima de 1,60m, para candidatos do sexo masculino, e 1,55m, para candidatos do sexo feminino, além da conclusão do Ensino Médio por parte dos interessados. Os candidatos matriculados no CFOPM ficarão sujeitos ao regime de internato e dedicação exclusiva ao curso e receberão uma bolsa de estudo. Após sua conclusão, serão declarados Aspirantes-a-Oficial PM.
Para inscrever-se no concurso basta acessar os endereços eletrônicos www.concursopm.uneb.br e www.consultec.com.br até 22 de maio de 2011. Haverá cobrança de taxa no valor de R$ 95,00 e o cartão de convocação será retirado mediante a apresentação de 2 fotografias 3x4, recentes, datadas a partir de 1º de janeiro de 2010, de frente e cabeça descoberta, e de uma cópia e original do RG.
O concurso será dividido em duas fases, sendo a 1ª formada por Exame de Conhecimentos (prova objetiva de conhecimentos gerais, de múltipla escolha) e Prova Discursiva - Redação; e Avaliação Físico-Mental e de Idoneidade Moral - Avaliação Psicológica, Exame Médico-Odontológico, Teste de Aptidão Física e Investigação Social na última etapa.
FONTE: PCI CONCURSOS
Entre as exigências para concorrer às vagas, estão a estatura mínima de 1,60m, para candidatos do sexo masculino, e 1,55m, para candidatos do sexo feminino, além da conclusão do Ensino Médio por parte dos interessados. Os candidatos matriculados no CFOPM ficarão sujeitos ao regime de internato e dedicação exclusiva ao curso e receberão uma bolsa de estudo. Após sua conclusão, serão declarados Aspirantes-a-Oficial PM.
Para inscrever-se no concurso basta acessar os endereços eletrônicos www.concursopm.uneb.br e www.consultec.com.br até 22 de maio de 2011. Haverá cobrança de taxa no valor de R$ 95,00 e o cartão de convocação será retirado mediante a apresentação de 2 fotografias 3x4, recentes, datadas a partir de 1º de janeiro de 2010, de frente e cabeça descoberta, e de uma cópia e original do RG.
O concurso será dividido em duas fases, sendo a 1ª formada por Exame de Conhecimentos (prova objetiva de conhecimentos gerais, de múltipla escolha) e Prova Discursiva - Redação; e Avaliação Físico-Mental e de Idoneidade Moral - Avaliação Psicológica, Exame Médico-Odontológico, Teste de Aptidão Física e Investigação Social na última etapa.
FONTE: PCI CONCURSOS
Após beatificação, fiéis veneram restos mortais de João Paulo II
Portas da basílica ficarão abertas até o 'último peregrino', diz Santa Sé.
João Paulo II foi beatificado pelo Papa Bento XVI diante de 1 milhão.
Do G1, com agências internacionais
Milhares de fiéis que assistiram à cerimônia de beatificação de João Paulo II continuam a venerar os restos mortais do papa antecessor de Bento XVI, no Vaticano. Pelo menos um milhão de pessoas participou da cerimônia nesta manhã de domingo (1º).
O caixão está exposto na Basílica de São Pedro, perante o altar da Confissão. Sobre ele foi colocada uma cópia do Evangelho de Lorsch, aberto e apoiado em um coxim tecido com decoração de ouro, além de uma coroa de flores com as cores oficiais da bandeira vaticana, amarela e branca.
A Guarda Suíça cerca o caixão de Karol Wojtyla, que foi proclamado beato em cerimônia solene neste domingo pelo papa Bento XVI, provocando uma profunda emoção em mais de um milhão de fiéis que assistiram ao ato.
O Papa Bento XVI se ajoelha diante do caixão de João Paulo II, na basílica de São Pedro (Foto: Max Rossi / Reuters)
Bento XVI rezou em silêncio ante o caixão do antecessor, com o qual colaborou por 23 anos como prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.
Os fiéis começaram a visitar o caixão às 13h16 locais (8h16 de Brasília) e está previsto que possam fazê-lo até amanhã, às 19h pelo horário do Vaticano, quando serão fechados os portões da Basílica.
O féretro foi retirado na sexta-feira do túmulo que ocupava na cripta da Basílica de São Pedro e será colocado nos próximos dias em uma capela do templo. Até agora, os restos de Wojtyla descansavam a poucos passos do sepulcro de São Pedro.
Após o papa e os cardeais venerarem os restos de João Paulo II, foi a vez das delegações oficiais dos países presentes, e em seguida a de pessoas portadoras de deficiência e o restante do público.
As portas da basílica permanecerão abertas até o "último peregrino", segundo a Santa Sé.
Assim que forem concluídas as celebrações pela beatificação, o caixão será levado à capela de São Sebastião, com melhor capacidade para receber um volume ainda maior de fiéis no futuro.
A placa de mármore que cobria o túmulo nas grutas vaticanas será enviada para a Cracóvia, para ser utilizada na construção de uma nova igreja, que será erguida em nome do Papa polonês.lara de João Paulo II, que não foi aberto, tinha uma Bíblia aberta em cima.
João Paulo II foi beatificado pelo Papa Bento XVI diante de 1 milhão.
Do G1, com agências internacionais
Milhares de fiéis que assistiram à cerimônia de beatificação de João Paulo II continuam a venerar os restos mortais do papa antecessor de Bento XVI, no Vaticano. Pelo menos um milhão de pessoas participou da cerimônia nesta manhã de domingo (1º).
O caixão está exposto na Basílica de São Pedro, perante o altar da Confissão. Sobre ele foi colocada uma cópia do Evangelho de Lorsch, aberto e apoiado em um coxim tecido com decoração de ouro, além de uma coroa de flores com as cores oficiais da bandeira vaticana, amarela e branca.
A Guarda Suíça cerca o caixão de Karol Wojtyla, que foi proclamado beato em cerimônia solene neste domingo pelo papa Bento XVI, provocando uma profunda emoção em mais de um milhão de fiéis que assistiram ao ato.
O Papa Bento XVI se ajoelha diante do caixão de João Paulo II, na basílica de São Pedro (Foto: Max Rossi / Reuters)
Bento XVI rezou em silêncio ante o caixão do antecessor, com o qual colaborou por 23 anos como prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.
Os fiéis começaram a visitar o caixão às 13h16 locais (8h16 de Brasília) e está previsto que possam fazê-lo até amanhã, às 19h pelo horário do Vaticano, quando serão fechados os portões da Basílica.
O féretro foi retirado na sexta-feira do túmulo que ocupava na cripta da Basílica de São Pedro e será colocado nos próximos dias em uma capela do templo. Até agora, os restos de Wojtyla descansavam a poucos passos do sepulcro de São Pedro.
Após o papa e os cardeais venerarem os restos de João Paulo II, foi a vez das delegações oficiais dos países presentes, e em seguida a de pessoas portadoras de deficiência e o restante do público.
As portas da basílica permanecerão abertas até o "último peregrino", segundo a Santa Sé.
Assim que forem concluídas as celebrações pela beatificação, o caixão será levado à capela de São Sebastião, com melhor capacidade para receber um volume ainda maior de fiéis no futuro.
A placa de mármore que cobria o túmulo nas grutas vaticanas será enviada para a Cracóvia, para ser utilizada na construção de uma nova igreja, que será erguida em nome do Papa polonês.lara de João Paulo II, que não foi aberto, tinha uma Bíblia aberta em cima.
terça-feira, 19 de abril de 2011
"Lula pode ser o catalisador do amplo movimento", diz Humberto Costa
Nas próximas semanas o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dará o pontapé inicial nas conversas que pretende manter com todos os partidos políticos representados no Congresso Nacional sobre a necessidade da Reforma Política. "Precisamos chegar a uma convergência, respeitando os posicionamentos de cada um. Essa reforma não será do PT. Será de todos os partidos que querem consolidar a democracia nesse País", disse Lula ao anunciar nesta segunda-feira (18/04) sua disposição de participar dos debates.
No encontro realizado no Instituto Cidadania com a presença dos integrantes do comitê formado pelas bancadas do partido no Senado e na Câmara, pela Executiva Nacional do PT e pela Fundação Perseu Abramo, foi definido que haverá dois movimentos inicialmente: Lula manterá diálogo com os partidos políticos e, em seguida, com as centrais sindicais e entidades da sociedade organizada.
Segundo o líder Humberto Costa (PE), a participação do ex-presidente Lula no debate da reforma política vai agregar elementos do conhecimento adquirido sobre o funcionamento dos sistemas eleitorais em outros países. "Lula pode ser o catalisador do amplo movimento pela Reforma Política", disse o líder.
O senador fez um relato sobre alguns pontos já aprovados pela comissão instituída no Senado, observando que o financiamento público e exclusivo de campanha, com teto para os gastos, recebeu bastante apoio. Para ele, o ex-presidente Lula tem clareza de que para combater a corrupção o financiamento público e exclusivo de campanha pode ser um instrumento fundamental, porque funciona bem em outros países e contribui para reduzir os gastos nas campanhas políticas – e nesse aspecto há consenso entre várias agremiações partidárias.
Nos encontros com os partidos, o ex-presidente Lula ouvirá as opiniões e ver quais pontos de consenso podem ser adotados. "A Reforma Política não será feita só com uma força, só com um partido político. As eleições diretas só foram viabilizadas depois de um amplo processo. Houve uma transição e hoje quase ninguém se lembra que foi necessário um engajamento popular pela mudança", observou Rui Falcão, presidente em exercício do PT, ao defender que esse movimento consiga promover alterações até setembro.
Durante a reunião cada parlamentar fez um explanação sobre a necessidade da Reforma Política. A senadora Ana Rita Esgário (ES) destacou a aprovação da cota de 50% de participação de mulheres na composição da lista preordenada. Lula lembrou que o PT sempre carregou essa bandeira e que a questão de gênero não pode continuar fora do debate, porque o País precisa estar representado no Parlamento por todos, por mulheres, negros, índios, ricos e pobres. Jorge Viana e Paulo Teixeira deram importância à necessidade de se reduzir a judicialização das eleições. "O eleitor não sabe se seu candidato vai conseguir o registro e, sendo eleito, não sabe se ele vai tomar posse", disse Jorge. Paulo Teixeira, líder do PT na Câmara, acrescentou que a judicialização da política chegou a um ponto de esgotamento ao ponto de a eleição terminar em um dia e recomeçar no outro com a disputa nos tribunais.
Participaram do encontro com o ex-presidente Lula os senadores petistas Humberto Costa (PE), Wellington Dias (PI), Jorge Viana (AC) e Ana Rita Esgário (ES) e os deputados Paulo Teixeira (SP), Ricardo Berzoini (SP), Erika Kokai (DF), Henrique Fontana (RS), integrantes das comissões da Reforma Política no Senado e na Câmara, respectivamente, o secretário-geral do PT, Elói Pietá e o presidente em exercício, Rui Falcão , e o presidente da Fundação Perseu Abramo, Nilmário Miranda.
(Fonte: Marcello Antunes - Assessoria de Imprensa da Liderança do PT no Senado)
No encontro realizado no Instituto Cidadania com a presença dos integrantes do comitê formado pelas bancadas do partido no Senado e na Câmara, pela Executiva Nacional do PT e pela Fundação Perseu Abramo, foi definido que haverá dois movimentos inicialmente: Lula manterá diálogo com os partidos políticos e, em seguida, com as centrais sindicais e entidades da sociedade organizada.
Segundo o líder Humberto Costa (PE), a participação do ex-presidente Lula no debate da reforma política vai agregar elementos do conhecimento adquirido sobre o funcionamento dos sistemas eleitorais em outros países. "Lula pode ser o catalisador do amplo movimento pela Reforma Política", disse o líder.
O senador fez um relato sobre alguns pontos já aprovados pela comissão instituída no Senado, observando que o financiamento público e exclusivo de campanha, com teto para os gastos, recebeu bastante apoio. Para ele, o ex-presidente Lula tem clareza de que para combater a corrupção o financiamento público e exclusivo de campanha pode ser um instrumento fundamental, porque funciona bem em outros países e contribui para reduzir os gastos nas campanhas políticas – e nesse aspecto há consenso entre várias agremiações partidárias.
Nos encontros com os partidos, o ex-presidente Lula ouvirá as opiniões e ver quais pontos de consenso podem ser adotados. "A Reforma Política não será feita só com uma força, só com um partido político. As eleições diretas só foram viabilizadas depois de um amplo processo. Houve uma transição e hoje quase ninguém se lembra que foi necessário um engajamento popular pela mudança", observou Rui Falcão, presidente em exercício do PT, ao defender que esse movimento consiga promover alterações até setembro.
Durante a reunião cada parlamentar fez um explanação sobre a necessidade da Reforma Política. A senadora Ana Rita Esgário (ES) destacou a aprovação da cota de 50% de participação de mulheres na composição da lista preordenada. Lula lembrou que o PT sempre carregou essa bandeira e que a questão de gênero não pode continuar fora do debate, porque o País precisa estar representado no Parlamento por todos, por mulheres, negros, índios, ricos e pobres. Jorge Viana e Paulo Teixeira deram importância à necessidade de se reduzir a judicialização das eleições. "O eleitor não sabe se seu candidato vai conseguir o registro e, sendo eleito, não sabe se ele vai tomar posse", disse Jorge. Paulo Teixeira, líder do PT na Câmara, acrescentou que a judicialização da política chegou a um ponto de esgotamento ao ponto de a eleição terminar em um dia e recomeçar no outro com a disputa nos tribunais.
Participaram do encontro com o ex-presidente Lula os senadores petistas Humberto Costa (PE), Wellington Dias (PI), Jorge Viana (AC) e Ana Rita Esgário (ES) e os deputados Paulo Teixeira (SP), Ricardo Berzoini (SP), Erika Kokai (DF), Henrique Fontana (RS), integrantes das comissões da Reforma Política no Senado e na Câmara, respectivamente, o secretário-geral do PT, Elói Pietá e o presidente em exercício, Rui Falcão , e o presidente da Fundação Perseu Abramo, Nilmário Miranda.
(Fonte: Marcello Antunes - Assessoria de Imprensa da Liderança do PT no Senado)
Os perigos dos agrotóxicos no Brasil
Radioagência NP 25
Mais de um bilhão de litros de venenos foram jogados nas lavouras em 2010, diz Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola
O Brasil é o primeiro colocado no ranking mundial do consumo de agrotóxicos. Mais de um bilhão de litros de venenos foram jogados nas lavouras em 2010, de acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola.
Com a aplicação exagerada de produtos químicos nas lavouras no país, o uso de agrotóxicos está deixando de ser uma questão relacionada especificamente à produção agrícola e se transforma em um problema de saúde pública e preservação da natureza.
A RadioagênciaNP apresenta uma série especial de sete reportagens sobre os agrotóxicos no Brasil. Os programas tratam dos efeitos dos agrotóxicos na saúde humana (tanto dos trabalhadores rurais como dos consumidores de alimentos), no meio ambiente e na agricultura.
O consumo de agrotóxicos cresce de forma correspondente ao avanço do modelo do agronegócio, que concentra a terra e utiliza grande quantidade de venenos para para garantir a produção em escala industrial.
Nesse quadro, os agrotóxicos já ocupam o quarto lugar no ranking de intoxicações. Ficam atrás apenas dos medicamentos, acidentes com animais peçonhentos e produtos de limpeza. Essas fórmulas podem causar distúrbios neurológicos, respiratórios, cardíacos, pulmonares e no sistema endócrino, ou seja, na produção de hormônios.
Originalmente publicado na Radioagência NP
Extraido da Revista Carta Capital on-line dia 19/04
Mais de um bilhão de litros de venenos foram jogados nas lavouras em 2010, diz Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola
O Brasil é o primeiro colocado no ranking mundial do consumo de agrotóxicos. Mais de um bilhão de litros de venenos foram jogados nas lavouras em 2010, de acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola.
Com a aplicação exagerada de produtos químicos nas lavouras no país, o uso de agrotóxicos está deixando de ser uma questão relacionada especificamente à produção agrícola e se transforma em um problema de saúde pública e preservação da natureza.
A RadioagênciaNP apresenta uma série especial de sete reportagens sobre os agrotóxicos no Brasil. Os programas tratam dos efeitos dos agrotóxicos na saúde humana (tanto dos trabalhadores rurais como dos consumidores de alimentos), no meio ambiente e na agricultura.
O consumo de agrotóxicos cresce de forma correspondente ao avanço do modelo do agronegócio, que concentra a terra e utiliza grande quantidade de venenos para para garantir a produção em escala industrial.
Nesse quadro, os agrotóxicos já ocupam o quarto lugar no ranking de intoxicações. Ficam atrás apenas dos medicamentos, acidentes com animais peçonhentos e produtos de limpeza. Essas fórmulas podem causar distúrbios neurológicos, respiratórios, cardíacos, pulmonares e no sistema endócrino, ou seja, na produção de hormônios.
Originalmente publicado na Radioagência NP
Extraido da Revista Carta Capital on-line dia 19/04
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Dilma lança em maio o maior programa de seu governo, o da erradicação da miséria.
A presidenta Dilma Rousseff vai lançar em maio aquele que deve ser o maior programa de seu governo, o plano de erradicação da miséria, uma promessa de campanha que ela pretende que se transforme na maior marca de seu mandato.
O objetivo é tirar 15 milhões de pessoas que vivem hoje em condições de absoluta miséria no País, com inclusão nos serviços básicos que o Estado oferece à população e com a capacitação para o mercado de trabalho.
O programa não tem um caráter meramente assistencialista. Dilma quer habilitar e integrar essa camada da população à sociedade.
Dilma quer beneficiar não só a população que vive em condições subumanas na área rural, assim como também o viciado em crack isolado na periferia da cidade. São famílias que não conseguem uma renda mínima para a subsistência.
Uma das grandes dificuldades identificadas pela equipe que está debruçada no programa é de possibilitar à essa camada da sociedade o acesso às informações, já que eles não tem qualquer contato com os meios de comunicação seja TV, internet, rádio ou jornal.
O governo está montando uma força-tarefa para chegar a todos esses lugares para expor e oferecer os benefícios do programa.
O plano foi uma das promessas da campanha de Dilma à presidência e sua formulação envolveu todos os ministérios.
Nas últimas semanas, Dilma também integrou a equipe econômica às discussões.
Dilma quer fazer da erradicação da miséria sua grande bandeira, assim como ocorreu com o governo Lula, com a ascensão de 28 milhões de pessoas a classes sociais acima da linha da pobreza.
A coordenação do programa está a cargo do Ministério do Desenvolvimento Social, comandado por Tereza Campelo, que será responsável também por conduzir o programa.
O programa está dividido em três linhas de atuação: benefícios sociais; inclusão produtiva e na extensão dos serviços que o Estado oferece a esta camada da população.
No caso dos benefícios, o governo estuda, além da extensão do Bolsa Família para quem ainda não é atendido pelo programa, em um reajuste para as famílias que possuem muitos filhos. Hoje, o teto do benefício é R$ 242 por família.
Já a extensão dos serviços básicos do Estado, como saúde, alimentação e educação, está baseada em explicar e auxiliar os cidadãos que estão abaixo da linha da pobreza sobre seus direitos estabelecidos por lei. A pouca adesão ao Programa de Aquisição de Alimentos é vista como um exemplo disto pelo governo.
O programa de erradicação da miséria utiliza como base os dados do Censo 2010, elaborado pelo IBGE.
A ação para erradicar a miséria terá ainda cuidado especial com viciados em drogas, sobretudo o crack. A preocupação do governo é de como oferecer condições para a reabilitação dos usuários.
Autor: Guilherme Barros - portal IG extraído no dia 15 de abril de 2011.
O objetivo é tirar 15 milhões de pessoas que vivem hoje em condições de absoluta miséria no País, com inclusão nos serviços básicos que o Estado oferece à população e com a capacitação para o mercado de trabalho.
O programa não tem um caráter meramente assistencialista. Dilma quer habilitar e integrar essa camada da população à sociedade.
Dilma quer beneficiar não só a população que vive em condições subumanas na área rural, assim como também o viciado em crack isolado na periferia da cidade. São famílias que não conseguem uma renda mínima para a subsistência.
Uma das grandes dificuldades identificadas pela equipe que está debruçada no programa é de possibilitar à essa camada da sociedade o acesso às informações, já que eles não tem qualquer contato com os meios de comunicação seja TV, internet, rádio ou jornal.
O governo está montando uma força-tarefa para chegar a todos esses lugares para expor e oferecer os benefícios do programa.
O plano foi uma das promessas da campanha de Dilma à presidência e sua formulação envolveu todos os ministérios.
Nas últimas semanas, Dilma também integrou a equipe econômica às discussões.
Dilma quer fazer da erradicação da miséria sua grande bandeira, assim como ocorreu com o governo Lula, com a ascensão de 28 milhões de pessoas a classes sociais acima da linha da pobreza.
A coordenação do programa está a cargo do Ministério do Desenvolvimento Social, comandado por Tereza Campelo, que será responsável também por conduzir o programa.
O programa está dividido em três linhas de atuação: benefícios sociais; inclusão produtiva e na extensão dos serviços que o Estado oferece a esta camada da população.
No caso dos benefícios, o governo estuda, além da extensão do Bolsa Família para quem ainda não é atendido pelo programa, em um reajuste para as famílias que possuem muitos filhos. Hoje, o teto do benefício é R$ 242 por família.
Já a extensão dos serviços básicos do Estado, como saúde, alimentação e educação, está baseada em explicar e auxiliar os cidadãos que estão abaixo da linha da pobreza sobre seus direitos estabelecidos por lei. A pouca adesão ao Programa de Aquisição de Alimentos é vista como um exemplo disto pelo governo.
O programa de erradicação da miséria utiliza como base os dados do Censo 2010, elaborado pelo IBGE.
A ação para erradicar a miséria terá ainda cuidado especial com viciados em drogas, sobretudo o crack. A preocupação do governo é de como oferecer condições para a reabilitação dos usuários.
Autor: Guilherme Barros - portal IG extraído no dia 15 de abril de 2011.
Casa Nova têm novo Secretário de Urbanismo
Casa Nova tem novo Secretário de Urbanismo o Sr. Fernando Marins que tomou posse no dia 13 de abril na sede da Prefeitura Municipal. As suas expectativas são as melhores possíveis e o que o levou a aceitar o cargo foi à intenção de fazer algo pelo município que o acolheu. A frente da secretaria espero realizar 70% dos meus objetivos, disse o secretário que logo no inicio do seu trabalho irá criar uma equipe de manutenção e suporte nas praças, ruas e avenidas, bem como estará montando uma outra equipe para realizar obras que possibilitem a acessiblidade. Indagado sobre os buracos das ruas asfaltadas o Sr. Fernando relatou que dentro em breve vai começar uma operação de restauração dos mesmos, e afirmou que está indo a Salvador juntamente com o Sr. Prefeito Orlando Xavier e o Vereador João Honorato para uma audiência com Vice-Governador Otto Alencar na segunda feira dia 18 onde irão solicitar algumas ações como a municipalização do trânsito, reestruturação da iluminação publica, pavimentação asfáltica para ruas e avenidas e uma complementação da iluminação da BR-235 no trecho da ponte até as casas do Programa Minha Casa Minha Vida, bem com a iluminação da frente do distrito de Santana do Sobrado. Outro problema que é grave no município é o lixão e o secretario também apresentou a reportagem do blog Corujão Cultural a sua preocupação sobre o assunto e disse que estão sendo estudos em algumas áreas do município para a implantação de um novo local para ser destinado o lixo, mesmo porque o lixão atual está em área de expansão do município. Também relacionado a limpeza da cidade em especial da periferia o secretário afirmou que está em fase de estudos e vai funcionar como projeto piloto a coleta seletiva de lixo pelas próprias famílias destas áreas que irão vender para uma cooperativa, gerando renda para os habitantes dos bairros periféricos. Nas pretensões do secretário ainda está à realização de um trabalho de conscientização com os alunos das redes de ensino estadual e municipal sobre a conservação de bens públicos e uma campanha de plantio de árvores pelos mesmos. A feira livre em nossa cidade sempre foi um assunto que gera muita polêmica quanto o que será feito com ela, e o Sr. Fernando Marins ameniza a problemática com a visão de que a feira livre “é um grande mercado, e um mercado na minha visão transmite a cultura do local, e tudo mais. Na realidade o que se precisa fazer ali é reestruturar uniformizando as bancas, iluminação, a higiene e passarelas, porque os mercados podem e são pontos turísticos”. Para isso acontecer o secretario nos relatou que os feirantes irão participar da elaboração deste projeto com reuniões a serem agendadas posteriormente. Para finalizar ele pede calma e a compreensão de todos os citadinos, bem como afirma que a secretaria de Urbanismo tem um canal aberto com a população pelo telefone 3536-2264 pedindo para passar ao Urbanismo.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
CREAS - VALTER RUI Vem trazendo apoio à população casanovense
Em entrevista dada no dia 14 de abril a este blog o Sr. Rodrigo Souza Coordenador do CREAS/Valter Rui – Centro de Referência Especializado de Assistência Social que foi inaugurado dia 18 de março de 2011, mas funcionando no município de Casa Nova desde setembro de 2010, relatou alguns dos problemas relacionados às violências doméstica, psicológica, sexual, física e social praticadas contra homens, mulheres, crianças e idosos, bem como o quadro funcional da instituição que conta hoje com 2 psicólogos, 2 assistentes sociais, 1 advogado, 1 coordenador, 1 assistente administrativo e 1 auxiliar de serviços operacionais.
O Centro que tem parcerias com o CRAS – Centro de Referência de Assistência Social, PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, Conselho Tutelar, Polícia Militar, Ministério Publico e Tribunal de Justiça, já atendeu mais de 100 pessoas aonde os dados de violência contra as crianças e adolescentes chegam a 60%, contra mulheres 20% e contra idosos os outros 20%. O órgão hoje realiza 45 atendimentos domiciliares onde as pessoas acompanhadas são visitadas uma vez por semana. Indagado sobre como era feito este trabalho de acompanhamento o coordenador respondeu “nós trabalhamos mais com o atendimento psicológico e social com assessoria jurídica oferecendo à população uma ação de apoio àqueles que mais necessitam as pessoas que sofrem de violência”. O Sr. Rodrigo Souza convida também a toda comunidade para uma passeata no dia 18 de maio próximo como marco em comemoração ao dia de Combate a Violência e Exploração Sexual. E diz ainda que pessoas que estejam procurando auxilio psicológico contra a violência procurem às dependências do CREAS na quadra N número 05 Topol, próximo ao antigo Cespe.
O Centro que tem parcerias com o CRAS – Centro de Referência de Assistência Social, PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, Conselho Tutelar, Polícia Militar, Ministério Publico e Tribunal de Justiça, já atendeu mais de 100 pessoas aonde os dados de violência contra as crianças e adolescentes chegam a 60%, contra mulheres 20% e contra idosos os outros 20%. O órgão hoje realiza 45 atendimentos domiciliares onde as pessoas acompanhadas são visitadas uma vez por semana. Indagado sobre como era feito este trabalho de acompanhamento o coordenador respondeu “nós trabalhamos mais com o atendimento psicológico e social com assessoria jurídica oferecendo à população uma ação de apoio àqueles que mais necessitam as pessoas que sofrem de violência”. O Sr. Rodrigo Souza convida também a toda comunidade para uma passeata no dia 18 de maio próximo como marco em comemoração ao dia de Combate a Violência e Exploração Sexual. E diz ainda que pessoas que estejam procurando auxilio psicológico contra a violência procurem às dependências do CREAS na quadra N número 05 Topol, próximo ao antigo Cespe.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Ministério da Educação estuda uso de tablets nas escolas públicas
A pedido de Haddad, grupo técnico entregará relatório sobre eficácia da tecnologia em sala de aula até o fim de maio
Compartilhar: Apesar da crescente evolução da tecnologia digital dos últimos anos, computadores portáteis, telas sensíveis a toque e internet continuam uma realidade distante da maioria das salas de aula do País. Para os especialistas, as novas ferramentas tecnológicas podem e vão mudar o modo de ensinar no futuro. Com a popularização dos tablets – computadores portáteis sensíveis ao toque –, o Ministério da Educação decidiu, por sua vez, estudar como a ferramenta pode ser aproveitada em sala de aula.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, designou um grupo de técnicos do ministério para avaliar como essas novas tecnologias podem se tornar ferramentas didáticas em sala de aula e contribuir para a aprendizagem dos alunos. Até o fim de maio, esses especialistas entregarão um relatório completo sobre o tema nas mãos do ministro. O assunto se tornou mais importante depois do anúncio do investimento chinês na fabricação de tablets no País.
Por trás do investimento chinês no Brasil, terceiro maior já feito no País por uma única empresa, está um enorme potencial de adoção de tablets no sistema educacional, público e privado. Para especialistas ouvidos pelo iG, a experiência inédita coloca a tecnologia como principal fio condutor da evolução entre sociedade e educação. Na opinião dos pesquisadores, o suporte de leitura nas escolas precisa acompanhar as mudanças da sociedade.
Revolução transforma mundo do papel em digital
”Estamos vivendo uma revolução e precisamos estar embarcados nelas. Estamos mudando o suporte escrito do papel para o digital. Há um saudosismo em relação ao livro, mas a tendência é o livro desaparecer. O conteúdo, no entanto, não desaparece”, avalia Gilberto Lacerda, especialista em tecnologia da educação da Universidade de Brasília (UnB). Ele reconhece, no entanto, que a revolução que pode ser promovida por esse tipo de tecnologia tardará a chegar às escolas brasileiras, especialmente as públicas.
“É um trabalho árduo, porque a pobreza no País é imensa. Mas é importante que experiências como essas (de colocar essas ferramentas nas salas de aula) aconteçam, para que nossas crianças também estejam neste barco da evolução”, afirma Lacerda. Há dificuldades a serem superadas nas escolas para que esse tipo de iniciativa se torne realidade, como o acesso à internet e a formação de professores.
Ministério da Educação estuda uso de tablets
Desde 2007, por exemplo, o governo federal financia iniciativas do projeto Um Computador por Aluno, disponível para apenas 150 mil alunos atualmente. Depois de longas discussões sobre o preço e as condições para que esse material fosse levado às escolas, o governo liberou, no fim do ano passado, uma linha de crédito para que Estados e municípios possam adquirir essas máquinas. No futuro, porém, esses laptops poderiam ser trocados pelos tablets.
“Os resultados que estamos encontrando nos experimentos realizados com o laptop em sala de aula, um para cada aluno e para cada professor, conectados em rede sem fio, são totalmente diferentes do modelo um computador para muitos alunos”, conta Léa da Cruz Fernandes, uma das maiores especialistas do País em tecnologias digitais na educação, que lidera o projeto nos estados do Sul e no Amazonas. Para ela, as práticas pedagógicas precisam ser inovadas com urgência, para se adaptar à nova cultura digital da sociedade.
Realidade ainda para poucos
Uma instituição privada de ensino superior, o grupo Estácio, está liderando uma experiência pioneira no assunto: 5,5 mil alunos e 500 mil professores receberão tablets ainda este ano para substituir cadernos, livros e para assistir a aulas online. Para a instituição, mais do que facilitar a vida do aluno, a ferramenta garantirá inclusão digital.
Na opinião de Léa, a iniciativa vai ajudar a aprendizagem dos alunos e “promoverá o desenvolvimento da inteligência dessas novas gerações, a educação para a convivência, o respeito às diferenças e a solidariedade universal”. “Nós, os ‘imigrantes’ digitais precisamos de manuais, os professores pedem cursos para começar a usar qualquer modelo novo de equipamento ou de software. Os ‘nativos’, os dispensam. Eles aprendem em rede de trocas interativas. Experimentam livremente quaisquer novos recursos porque não têm o medo de errar que nós tínhamos”, afirma.
Edgard Cornachione, professor da FEA/USP e coordenador de e-learning da Fipecafi, pondera que o conteúdo para os tablets precisa ser bem pensado. “Só a conversão do livro traz benefício, já que a geração atual lê mais na tela. Mas a grande vantagem disso é quando há condições de se oferecer para esse estudante outros artefatos para apreensão do conteúdo, como jogos, simuladores e vídeos, que o papel não permite”,.
Andréia Sadi e Priscilla Borges, iG Brasília | 13/04/2011 06:21
Compartilhar: Apesar da crescente evolução da tecnologia digital dos últimos anos, computadores portáteis, telas sensíveis a toque e internet continuam uma realidade distante da maioria das salas de aula do País. Para os especialistas, as novas ferramentas tecnológicas podem e vão mudar o modo de ensinar no futuro. Com a popularização dos tablets – computadores portáteis sensíveis ao toque –, o Ministério da Educação decidiu, por sua vez, estudar como a ferramenta pode ser aproveitada em sala de aula.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, designou um grupo de técnicos do ministério para avaliar como essas novas tecnologias podem se tornar ferramentas didáticas em sala de aula e contribuir para a aprendizagem dos alunos. Até o fim de maio, esses especialistas entregarão um relatório completo sobre o tema nas mãos do ministro. O assunto se tornou mais importante depois do anúncio do investimento chinês na fabricação de tablets no País.
Por trás do investimento chinês no Brasil, terceiro maior já feito no País por uma única empresa, está um enorme potencial de adoção de tablets no sistema educacional, público e privado. Para especialistas ouvidos pelo iG, a experiência inédita coloca a tecnologia como principal fio condutor da evolução entre sociedade e educação. Na opinião dos pesquisadores, o suporte de leitura nas escolas precisa acompanhar as mudanças da sociedade.
Revolução transforma mundo do papel em digital
”Estamos vivendo uma revolução e precisamos estar embarcados nelas. Estamos mudando o suporte escrito do papel para o digital. Há um saudosismo em relação ao livro, mas a tendência é o livro desaparecer. O conteúdo, no entanto, não desaparece”, avalia Gilberto Lacerda, especialista em tecnologia da educação da Universidade de Brasília (UnB). Ele reconhece, no entanto, que a revolução que pode ser promovida por esse tipo de tecnologia tardará a chegar às escolas brasileiras, especialmente as públicas.
“É um trabalho árduo, porque a pobreza no País é imensa. Mas é importante que experiências como essas (de colocar essas ferramentas nas salas de aula) aconteçam, para que nossas crianças também estejam neste barco da evolução”, afirma Lacerda. Há dificuldades a serem superadas nas escolas para que esse tipo de iniciativa se torne realidade, como o acesso à internet e a formação de professores.
Ministério da Educação estuda uso de tablets
Desde 2007, por exemplo, o governo federal financia iniciativas do projeto Um Computador por Aluno, disponível para apenas 150 mil alunos atualmente. Depois de longas discussões sobre o preço e as condições para que esse material fosse levado às escolas, o governo liberou, no fim do ano passado, uma linha de crédito para que Estados e municípios possam adquirir essas máquinas. No futuro, porém, esses laptops poderiam ser trocados pelos tablets.
“Os resultados que estamos encontrando nos experimentos realizados com o laptop em sala de aula, um para cada aluno e para cada professor, conectados em rede sem fio, são totalmente diferentes do modelo um computador para muitos alunos”, conta Léa da Cruz Fernandes, uma das maiores especialistas do País em tecnologias digitais na educação, que lidera o projeto nos estados do Sul e no Amazonas. Para ela, as práticas pedagógicas precisam ser inovadas com urgência, para se adaptar à nova cultura digital da sociedade.
Realidade ainda para poucos
Uma instituição privada de ensino superior, o grupo Estácio, está liderando uma experiência pioneira no assunto: 5,5 mil alunos e 500 mil professores receberão tablets ainda este ano para substituir cadernos, livros e para assistir a aulas online. Para a instituição, mais do que facilitar a vida do aluno, a ferramenta garantirá inclusão digital.
Na opinião de Léa, a iniciativa vai ajudar a aprendizagem dos alunos e “promoverá o desenvolvimento da inteligência dessas novas gerações, a educação para a convivência, o respeito às diferenças e a solidariedade universal”. “Nós, os ‘imigrantes’ digitais precisamos de manuais, os professores pedem cursos para começar a usar qualquer modelo novo de equipamento ou de software. Os ‘nativos’, os dispensam. Eles aprendem em rede de trocas interativas. Experimentam livremente quaisquer novos recursos porque não têm o medo de errar que nós tínhamos”, afirma.
Edgard Cornachione, professor da FEA/USP e coordenador de e-learning da Fipecafi, pondera que o conteúdo para os tablets precisa ser bem pensado. “Só a conversão do livro traz benefício, já que a geração atual lê mais na tela. Mas a grande vantagem disso é quando há condições de se oferecer para esse estudante outros artefatos para apreensão do conteúdo, como jogos, simuladores e vídeos, que o papel não permite”,.
Andréia Sadi e Priscilla Borges, iG Brasília | 13/04/2011 06:21
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